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Setor de manutenção está em destaque

Uma pesquisa sobre a indústria da manutenção indica que o setor deverá movimentar em 2011 mais de R$ 145 bilhões. Realizada pela ABRAM (Associação Brasileira de Manutenção) a pesquisa mostra que este crescimento está diretamente ligado ao aumento da produção e a investimentos para evitar paradas não programadas e acidentes ambientais.

Integrada nesse setor a VeRSis comemora o aquecimento do mercado. “Para atender a demanda e exigências de manutenção com mais eficiência, a atividade de  conserto de placas eletrônicas contidas nesses equipamentos devem se apoiar em novas tecnologias de reparo como é o caso dos  localizadores de defeitos VRS-565 e VRS-575. Esses dois produtos da VeRSis Tecnologia  vêm  revelando ao  mercado de manutenção, inovadoras soluções para melhorar a qualidade  do reparo e minimizar  perdas de módulos eletrônicos “, explica o presidente da VeRSis, Gilberto Antonio  Possa.

O levantamento para a pesquisa que revelou um verdadeiro boom no setor de manutenção foi realizado com as maiores empresas do país. Foram consultadas companhias dos setores de papel e celulose, petróleo e gás, siderúrgico, saneamento, metalúrgico, petroquímico, têxtil, energia, transporte e automotivo.

Do total de investimentos, as empresas deverão gastar, de acordo com a composição histórica dos custos de manutenção, 33% com material, 31% com pessoal próprio e 27% com serviços contratados. Já o turnover de pessoal nas empresas se manteve no mesmo patamar da última enquete, que foi de 3,26%, embora nas últimas edições esse índice apresentasse uma curva ascendente. Outro dado que foi bastante impactado pelo aquecimento do mercado de trabalho foi a relação entre pessoal contratado e o total de executantes da manutenção. Enquanto em 2009 a relação era de 40,15%, em 2011 caiu para 31,50%. Muitas empresas, principalmente do setor de petróleo e de energia, foram obrigadas por lei a contratar os profissionais das listas de reserva dos concursos públicos. Essa medida também causou impacto significativo no aumento do quadro de funcionários próprios.

Quando o tema é ativo físico, a pesquisa revela que, para 39% das companhias ouvidas, a idade média dos equipamentos e das instalações é de no máximo dez anos de utilização. Já 35,34% das empresas têm ativos entre 11 a 20 anos e apenas 25,56% das indústrias possuem máquinas e plantas com idade superior a 21 anos

Fonte:  CIMM (Centro de Informação Metal Mecânica)

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Um comentário

  1. Sou Técnico em Manuteção de Equipamentos Médicos, gostaria de saber se serve para localizar defeitos nos Equipamentos Médicos?

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